O esquesito cresce e dorme num lar de ficção
A dor da saudade, fere como uma navalha de gelo!
O sentimento de posse persegue-me, anda comigo pelas ruas, ora da alegria, ora da saudade, ora da tristesa.
O que foi meu seria sempre meu, o que é meu tem que ser sempre meu.
Mas não...

Farto-me de correr com medo que a vida acabe. Quero fazer tudo, e o que me acontece? Faço tudo pela metade.
E dificil conseguir "viver" assim... Custa muito viver sem "viver" por inteiro!

Saber que tudo foi destruido para sempre, sem arranjo possivel. Que todas as lembranças nunca irão passar disso mesmo. Que todas as alegrias morreram com isto, que toda a vida morre com a solidão!

Construo labirintos de ideias mortas, sem vida.
Elas não vivem nem evoluem, estão mortas...
O corpo anda sozinho sem ter um destino. Custa a crer que será sempre assim!
visited *loading* times